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Obra de substituição de redes na região central já está 80% concluída

  • Redatores: Marco Matos – DCS Saae
  • Release N.º: 1102
tr_DCS1617admin | SAAE | Indaiatuba -SP

O Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae) por meio da empresa Sanejet , continua a segunda etapa das obras de setorização e substituição de rede de distribuição de água por Método Não Destrutivo (MND). Dos 11 quilômetros de redes previstos para serem substituídas, 8 quilômetros já estão completos. Cidade Nova I, Vila Areal, Vila Georgina, Vila Sfeir, Vila Vitória e Vila Nossa da Candelária são os bairros onde está sendo feita a troca.

A setorização e substituição são necessárias, pois, a área central de Indaiatuba possui uma rede de distribuição de água muito antiga e em fibrocimento (ferro fundido e aço galvanizado). Essas tubulações possuem diâmetros reduzidos e, em alguns trechos, estão quase que totalmente bloqueadas pela existência de incrustações, sendo constante muitas ocorrências de vazamentos nesses trechos de rede de água e sua substituição regulariza a distribuição de água potável, além de possibilitar a redução do déficit hídrico urbano.

A obra está orçada em R$ 2.871.916,02, sendo R$ 2.354.971,14 da cobrança pelo uso da água (Cobrança PCJ Federal), com contrapartida da autarquia de R$ 516.944,88. A previsão da execução do cronograma é de oito meses a partir da emissão da ordem de serviço que foi dada esta semana. O contrato foi firmado entre a Agência PCJ, Caixa Econômica Federal e Saae.

 “Queremos garantir um sistema de abastecimento eficiente, monitorado e controlado, para melhor atender à população de Indaiatuba. Esta segunda etapa vem complementar nossa política de melhoria constante das condições do sistema de abastecimento” comenta o superintendente do Saae, engº Sandro Coral.

A redução do índice de perdas de água no município de Indaiatuba é uma ação prioritária do Plano das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, que tem como meta atingir o índice máximo de perdas de distribuição de 25% até o ano de 2020. O Plano recomenda que os municípios que apresentam um índice de perdas na distribuição entre 40% e 25%, devem reduzir esta perda em um ritmo de 5% ao ano até atingir a meta, e depois manter este índice abaixo dos 25%.

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