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Superintendente do Saae vistoria obra de ampliação da ETE Mário Araldo Candello

  • Redatores: Marco Matos – DCS Saae
  • Release N.º: 947
essa_DCS7400admin | SAAE | Indaiatuba -SP

Nesta quarta-feira (2) o Superintendente do Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae), engenheiro Sandro Coral, junto com o diretor de obras contratadas José Antonio Rolim e com o engenheiro Willian Mantoanelli, responsável técnico pela execução da obra, estivam na obra de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Mário Araldo Candello, localizada no Distrito Industrial Vitória Martini para acompanhar seu progresso. Uma obra que irá ampliar para 100% sua capacidade para tratar o esgoto coletado.

Além do início da construção dos decantadores, 3 ao todo, continuam em andamento os trabalhos de terraplenagem, fase de compactação do solo, que servirá de base para o novo tanque de aeração, que revestidos com as geomembranas, cujo a função é de impermeabilizar o solo. Para esta empreitada estão sendo usados 22 caminhões, que movimentam aproximadamente 3 mil metros cúbicos de terra por dia, compactadas por 3 rolos compactadores (tipo pé de carneiro), os ensaios laboratoriais feitos até o momento apontam o ótimo grau de compactação.

Também estão dentro do cronograma a construção dos prédios para os aeradores, adensadores de lodo, estação elevatória e o tanque de contato.

Sandro Coral comentou. “Esta é mais uma obra de grande importância não só do ponto de vista de infraestrutura para o município, mas, também do grande compromisso ambiental que a administração da cidade tem com as futuras gerações. ”

ETE MÁRIO ARALDO CANDELLO

A estação utiliza um dos mais avançados métodos de tratamento de esgoto do mundo: o biológico, pelo processo de lodos ativados por aeração prolongada com ar difuso, cuja finalidade é introduzir ar atmosférico na massa líquida. A eficiência mínima será de 95% na remoção de DBO e de 80% na remoção de nutrientes (NTK).

Hoje sua capacidade atual de tratamento é de 1000 litros por segundo, com uma carga orgânica de 200 DBO5 mg/l.. Após as obras sua vazão máxima de tratamento será ampliada para 1320 L/s e uma carga orgânica diária estimada em 458 DBO5 mg/l.

A ampliação também contempla o modelo de tratamento terciário através de desinfecção do efluente por hipoclorito de sódio e utilização de membranas ultra filtrantes no processo de produção de água de reuso. O resultado do tratamento será um produto que poderá ser utilizada por empresas que não usam água tratada em suas linhas de produção, para lavagem de ruas e rega de jardins.