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ETE Mário Araldo Candello recebe armação metálica para construção dos decantadores

  • Redatores: Marco Matos – DCS Saae
  • Release N.º:965
essa 1 WhatsApp Image 2017-09-02 at 07.54admin | SAAE | Indaiatuba -SP

Chegaram na obra de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Mario Araldo Candello, localizada no Distrito Industrial Vitória Martini, as armações metálicas que serão usadas para construção da base central dos decantadores, onde será montado o maquinário responsável pela circulação do lodo.

Os decantadores, que ao todo serão 3 novos previstos em projeto, fazem o processo de separação sólido-líquido por gravidade. Ao receber o efluente, a fase sólida insolúvel é separada da fase líquida pela ação da gravidade. As estruturas internas do equipamento impedem as partículas sólidas de acompanharem o fluxo do líquido.

Continuam em andamento os trabalhos de terraplenagem, fase de compactação do solo, que servirá de base para o novo tanque de aeração, que revestidos com as geomembranas, cujo a função é de impermeabilizar o solo. Também estão dentro do cronograma a construção dos prédios para os aeradores, adensadores de lodo, estação elevatória e o tanque de contato.

 “Essa obra é de grande importância na manutenção da despoluição do rio Jundiaí, pois quando concluída irá tratar 100% do esgoto coletado, ”, comenta o superintendente engenheiro Sandro Coral.

ETE MÁRIO ARALDO CANDELLO

A estação utiliza um dos mais avançados métodos de tratamento de esgoto do mundo: o biológico, pelo processo de lodos ativados por aeração prolongada com ar difuso, cuja finalidade é introduzir ar atmosférico na massa líquida. A eficiência mínima será de 95% na remoção de DBO e de 80% na remoção de nutrientes (NTK).

Hoje sua capacidade atual de tratamento é de 1000 litros por segundo, com uma carga orgânica de 200 DBO5 mg/l.. Após as obras sua vazão máxima de tratamento será ampliada para 1320 L/s e uma carga orgânica diária estimada em 458 DBO5 mg/l.

A ampliação também contempla o modelo de tratamento terciário através de desinfecção do efluente por hipoclorito de sódio e utilização de membranas ultra filtrantes no processo de produção de água de reuso. O resultado do tratamento será um produto que poderá ser utilizada por empresas que não usam água tratada em suas linhas de produção, para lavagem de ruas e rega de jardins.

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